domingo, 4 de dezembro de 2011

Aos poucos tudo vai criando forma, começando a ficar estável (em tese), e vai crescendo. Descobrimos o real valor de certas coisas. E também descobrimos quem nos valoriza, quem nos ama de verdade, quem abre mão daquela diversão da sexta à noite para ficar junto a ti pelo simples fato de te querer ali, sentada ao lado dela, abraçadinhos, quentinhos.
É estranho demais. Às vezes dá uma certeza de um futuro incerto. A confusão invade e atormenta. Então você bota os pés  no chão e vai se acalmando.
Eu queria, aliás, eu quero...
Quero-te comigo por um tempo indeterminável.

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